Resposta aos que duvidam da divindade de Jesus Cristo

É Jesus Cristo mais que um grande filósofo, que um grande benfeitor da humanidade, que um grande profeta? é verdadeiramente Deus?

RESPOSTA. – Ouvi-o responder por si mesmo: “SIM, VÓS O DISSESTES, EU O SOU. Pois que! há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheceis? AQUELE QUE ME VÊ, VÊ A MEU PAI; EU E MEU PAI, SOMOS UM”!!!¹

Seria necessário um livro inteiro para tratar convenientemente esta matéria. Nós já fizemos menção dela quando provamos a divindade da Religião Cristã. Todavia, é mister insistir mais nisto, e desenvolver um ponto sobre o qual repousa toda a nossa fé.

1º – JESUS CRISTO é o divino Ser de que o Evangelho nos fala.²

Primeiro atendei as proporções gigantescas deste personagem comparada a todos os outros homens, ainda mesmo aos maiores! Todos morrem inteiramente; fazem estrondo durante sua passagem, agitam o mundo… porém, depois o que resta deles? O seu nome, louvado ou escarnecido primeiro, depois ouvido com indiferença, até que se recolhe aos livros. Estes já não vivem sobre a terra.

Só Jesus Cristo vive ainda, vive sempre, vive por toda a parte. Hoje como há 1800 anos, está presente ao mundo; em Paris, em Londres, em Roma, em S. Petersburgo, na ásia, na América, por toda a parte o amam e o odeiam, por toda a parte o defendem e o atacam, por toda a parte o acolhem e o repelem, como nos dias da sua vida mortal. Ele se depara em todos os grandes movimentos que abalam o mundo; é a questão capital, o centro em que terminam, todas as questões que dizem respeito ao coração da humanidade.

Ele vive, fala, manda, ensina, defende, desenvolve sua vida poderosa no Cristianismo é a continuação da vida de Jesus Cristo no universo, através de todos os séculos…

Jesus Cristo, portanto, é um fato, universal, contínuo, presente, atuando há dezenove séculos, escrito nas gerações humanas, em todos os países, em todos os povos, com caracteres vivos. Tudo desaparece, tudo morre em torno dele; e SÓ ELE, ELE SÓ VIVE E SUBSISTE!…

Por conseguinte é mais que homem; e o grande Napoleão tinha razão ao dizer: “Eu reconheço-me como homem, e digo-vos que Ele era mais que homem”.

2º – E, coisa estranha, só particular a Jesus Cristo, esta vida que enche o universo desde a sua aparição sobre a terra, também encheu com o mesmo poder os séculos precedentes, até ao berço do mundo. Este mesmo Jesus, pelo qual vivem e viverão as gerações dos antigos fiéis, os discípulos de Moisés, dos Profetas e dos Patriarcas! É n’Ele que elas hão crido: É a Ele que hão amado! O sol em seu pleno meio dia, inunda com seus raios todo o espaço, tanto o que já percorrera, como o que ainda deve percorrer; assim Jesus Cristo, centro da humanidade, esclarece, vivifica tudo, o passado, o presente, o futuro…

3º – Jesus Cristo, e unicamente Jesus Cristo, é o tipo da perfeição, o modelo pelo qual se copia o mundo moral civilizado, o exemplar pelo qual a humanidade emenda seus vícios. – Que é a virtude senão a imitação de Jesus Cristo?

Nada há de comum entre Ele e qualquer outro tipo de perfeição conhecido, seja judeu, seja grego, seja romano. Só Ele, Ele unicamente é sobranceiro a tudo.

Na perfeição humana há sempre concorrência de virtude; uma excede a outra, há mais e menos. Jesus Cristo, e Jesus Cristo, unicamente, faz a isto uma exceção. Há solução de continuidade entre a sua perfeição e a dos outros homens.

Que nome se há de colocar ao lado do seu? Quem ousaria comparar-se-lhe? os Santos, sendo os heróis de virtude sobre a terra, apenas são suas pálidas cópias.

Ninguém pensa, ninguém jamais pensou em o igualar; pois bem se vê que se não trata aqui de um émulo possível. Tudo se eclipsa ante o fulgor da sua luz, bem como as luzes fictícias da terra desaparecem na presença da do sol. Ele mesmo disse: Eu sou a luz do mundo.

Esta perfeição sobre-humana é um fenômeno sem antecedentes; por coisa alguma é precedida, por coisa alguma preparada. Ela chega, bem como a sua doutrina, logo completa. Não participa de escola alguma filosófica ou teológica; aparece sem causa que a produza ou que a explique, senão a presença da mesma PERFEIÇÃO, que é Deus. Ela esclarece tudo, sem que seja esclarecida por esplendores alheios, é o próprio foco da luz.

Outra observação não menos notável, e só particular a Jesus: essa perfeição verdadeiramente divina, que parece tão sobranceira à humanidade, tão inacessível à nossa fraqueza, é todavia a mais prática, a mais imitável, a mais fecunda, a única fecunda em imitadores e em discípulos. Ela propõe-se a todos os homens, tanto ao moço como ao velho, tanto ao ignorante como ao sábio, tanto ao pobre como ao rico, tanto ao que começa como ao que acaba. Parece feita para cada qual em particular. Adapta-se a tudo e reforma tudo; é a perfeição para todos!

Quem não vê nisto o selo da divindade? Acaso tem o homem poder para semelhantes coisas?

Finalmente, o último caráter da perfeição de Jesus Cristo! Sobre-humano como todos os outros, e, como todos os outros, próprio a Ele só, é o não ter a sua perfeição EXCESSO ALGUM.

O homem sempre tem excesso em suas qualidades. Sentindo-se fraco, prefere, receando cometer falta, exceder-se no bem.

S. Vicente de Paulo era humilde, mas parece exceder-se na baixa estima em que se tinha; S. Carlos era austero, mas a sua austeridade parece assustar-nos; S. Francisco, pobre parece exceder-se em suas privações, etc.; a imperfeição humana penetra até no heroísmo da virtude. – O bem, em Jesus Cristo, é perfeitamente verdadeiro; nada é exagerado; a perfeição da natureza divina manifesta-se e combina-se com as comodações verdadeiras e bodas da natureza humana. Nele aparece o homem todo. Deus e o homem acham-se aí completos.

E por esse motivo, não obstante ser o modelo tão perfeito, nem por isso devemos desesperar da sua imitação; porque, ao contrário, este é suave, brando e amável.

E a verdade de uma virtude perfeita e possível, proposta a homens, por um Deus homem, tão verdadeiro homem como verdadeiro Deus.

Que maravilha! que prodígio não é Jesus Cristo!… Quem não exclamará: “Aqui anda o dedo de Deus?”

4º – E a sua doutrina! essa palavra, que, há dezoito séculos, é meditada, discutida, atacada, dissecada por todas as ciências, por todos os ódios, pelos maiores engenhos aplicada às sociedades, aos povos, aos indivíduos, sem jamais ter sido possível convencê-la de erro! – Sempre tem continuado a “luz do mundo”; e cada tentativa contra ela assaz verifica o que o divino Mestre predissera: Os Céus e a terra passarão, A MINHA PALAVRA NÃO PASSARÁ.

Onde ela soa, penetram a civilização, a vida intelectual e moral, o progresso, as luzes… onde ela não reina, ou à proporção que menos domina, surge o aviltamento, a inércia, o materialismo, a morte.

É ela, é a palavra de Jesus Cristo que fundou a nossa sociedade moderna; é ela que tem sido guia e facho condutor da razão humana e da filosofia; e de bom ou mau grado, é com o que Jesus Cristo lhe dera que os cristãos incrédulos argumentam contra Ele.

“Nunca homem nenhum, diziam os Judeus, falou como este homem!”

E, com efeito, abri o Evangelho… que poder inaudito! que autoridade! que serenidade! que ingenuidade celeste!… Jesus ensina a sua doutrina, sem discutir, nem pretender provar ou convencer: a sua palavra lhe basta; está bem seguro dela quando afirma. Só Deus feito homem e falando aos homens é capaz de tal linguagem.

5º – A palavra de Jesus Cristo prova-se por si mesma; porque Ele constantemente afirma a sua divindade. Diz-se Deus, Filho de Deus³, Cristo, a Verdade, a Vida, o Salvador, o Messias.

“Se és Cristo, lhe diziam os Judeus, dize-no-lo. – Eu falo-vos, respondia Ele, e vós não me acreditais. Os milagres que obro em nome de meu Pai dão testemunho da minha pessoa. EU E MEU PAI SOMOS UM”. Eles querem apedrejá-lo, em vez de dar crédito à sua palavra. “Por que motivo, lhes diz Jesus, quereis apedrejar-me?”

“Por causa da tua blasfêmia, e porque, sendo um homem, TE FAZES DEUS”.

A Samaritana lhe fala do Cristo Redentor que deve salvar os homens e ensinar-lhes toda a verdade: “EU SOU, lhe diz ele, Eu que te falo“.

Outra vez ensinando a multidão reunida em torno dele: “Em verdade, em verdade vos digo, do mesmo modo que o Pai ressuscita os mortos, do mesmo modo dá ao Filho a vida a quem quer… AFIM DE QUE TODOS RENDAM AO FILHO UMA HONRA IGUAL ÀQUELA QUE É DEVIDA AO PAI. QUEM NÃO HONRA O FILHO, NÃO HONRA O PAI”.

Instruindo um sábio Judeu que viera para o consultar. “Ninguém, lhe diz, sobe ao céu a não ser por meio DAQUELE QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM QUE ESTÁ NO CÉU”.

“Deus amou de tal maneira o mundo, que lhe deu SEU FILHO ÚNICO, afim de que todo aquele que nele cresse, mão morresse, mas possuísse a vida eterna…Deus enviou ao mundo SEU FILHO para que o mundo fosse por Ele salvo”.

“Aquele que nele crê não será condenado; MAS AQUELE QUE NÃO CRÊ ESTÁ ANTECIPADAMENTE JULGADO, PORQUE NÃO CRÊ NO FILHO ÚNICO DE DEUS”.

Acabando de curar um cego de nascença, este, repelido da sinagoga pelos fariseus, porque dizia que o seu benfeitor era ao menos um profeta, vem outra vez ter com ele, e se lança a seus pés. “CRÊS TU NO FILHO DE DEUS?” lhe pergunta Jesus. – E quem é esse Senhor afim de que eu creia nele? – Tu o vês; É AQUELE QUE TE FALA, É ELE MESMO. E este homem: “Eu creio, Senhor!” E prostrando-se o adora.

É suficiente! Quereis ouvi-lo ainda? Abraão, vosso pai, diz ele aos judeus, se alegrava entrevendo-me antecipadamente. – Como! replicam estes, pois nem ao menos ainda tendes cinquenta anos, e vistes Abraão!⁴

– “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, JÁ EU EXISTIA”.

À irmã de Lázaro, que acabava de lhe pedir que ressuscitasse seu irmão: “EU SOU, lhe disse, A RESSURREIÇÃO E A VIDA. Aquele que crê em mim viverá, mesmo depois da morte. E todo aquele que vive em mim e crê em mim não morrerá eternamente. tu crês?” – “Sim, Senhor, respondeu a fiel Marta: CREIO QUE SOIS CRISTO, FILHO DE DEUS VIVO, VINDO A ESTE MUNDO”.

E chegando, alguns instantes depois, ao pé do cadáver já fétido de Lázaro, acrescenta estas divinas palavras:

“Meu Pai dou-vos graças por me ouvirdes. Quanto a mim, bem sei que me ouvis sempre. Mas é por causa deste povo que me cerca que eu falo assim, a fim de que ele creia que sois vós que me enviastes“.

Seria mister citar todo o Evangelho. Lede principalmente o seu inefável discurso antes da Ceia (em S. João cap. 13 e seg.): “EU SOU, diz ele, O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. Ninguém chega ao Pai senão por mim. Se vós me conheceis, conheceis a meu Pai; AQUELE QUE ME VÊ, VÊ A MEU PAI.

Tudo quando me pedirdes em meu nome, eu vo-lo farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Amai-me. Se algum me ama, guardará os meus mandamentos, e meu Pai o amará, e Nós viremos a ele, e nele permaneceremos”.

Jesus Cristo até na cruz afirma que é Deus, e fala com Deus. O bom ladrão, crucificado a seu lado, exclama ilustrado pela fé: “Senhor, lembrai-vos de mim no vosso reino. – Hoje, lhe responde Jesus, estarás comigo no Paraíso”.

Enfim, porque é preciso limitarmo-nos, o incrédulo Tomé o vê e toca depois de sua ressurreição; vencido pela evidência, lança-se a seus pés e exclama: “Meu Senhor, E MEU DEUS!” Jesus não o repreende, e lhe diz: “TU CRESTE, Tomé, porque viste. BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE SEM VEREM CRERAM!”

Notai que linguagem! que procedimento! que omnipotência!… Como se faz chamar Deus! como dele possui o tom e o acento! como reivindica os direitos da divindade, a fé, a adoração, a súplica, o amor, o sacrifício!… Ora o raciocínio, neste caso, é mui simples: Ou Jesus Cristo diz a verdade, ou não diz a verdade. Aqui não há meio termo.

1º – Se diz a verdade, é com efeito o que diz ser, é de Deus. É o filho eterno de Deus vivo, abençoado nos séculos dos séculos, e todas as suas palavras, suas ações, seus milagres, seu triunfo se aplicam facilmente. A Deus nada é impossível.

2º – Se não diz a verdade (blasfêmia que apenas ouso escrever, conquanto seja para a confundir), é um louco ou um impostor;

Sim, um louco, se não tem a consciência de suas palavras e de seu procedimento; – um detestável impostor, se mente com conhecimento de causa.

Ousareis vós dizê-lo jamais? Jesus Cristo, o sábio por excelência, um louco!!! Jesus Cristo, o mais virtuoso, o mais santo dos homens, um mentiroso, um impostor sacrílego!!! Seria mister ter perdido o uso da razão, e todo o sentimento moral para proferir semelhante disparate. Logo é DEUS. Jesus Cristo acha-se ante a razão humana como esteve diante de Caifás, no dia da sua Paixão. “Eu te conjuro, lhe dizia o sumo sacerdote, em nome de Deus vivo, para que nos digas SE ÉS CRISTO O FILHO DE DEUS. SIM, responde Jesus, TU O DISSESTE E EU O SOU”.

É preciso crer ou não crer esta afirmação; aqui não há meio termo. É necessário ou admitir Jesus Cristo inteiramente, ou também inteiramente rejeitá-lo. Quem não é por ele, é contra ele; quem não o adora, não pode sem inconsequência, sem loucura, louvá-lo, admirá-lo, celebrá-lo como um sábio, como um grande homem, como um profeta.

“Porém, talvez alguém pense que Jesus Cristo somente dizia ser Deus para mais facilmente fazer admitir a sua doutrina”?

Ainda assim a dificuldade subsiste inteira; porque nenhuma intenção, qualquer que ela fosse, poderia jamais desculpar tão grande e constante impostura, não podendo deixar de concluir-se que tendo sido toda a sua vida a afirmação de sua divindade, fora toda ela um tecido de loucuras e blasfêmias.

Mas, além desta razão, tal suposição é absolutamente inadmissível. E com efeito:

1º – Semelhante ficção destruiria toda a sua obra, aniquilaria toda a sua doutrina. – Jesus Cristo não tem mais que um fim: destruir a idolatria, restabelecer por toda a parte o reinado da verdade; pela verdade reconduzir a virtude e a santidade à terra; dar a Deus o que é só de Deus, o coração dos homens, a sua fé, a sua dedicação e o seu amor. Poderia ele com este pensamento, a não ser verdadeiramente Deus tomar-lhe o título e reivindicar-lhe os direitos, sem arruinar por base todos os seus desígnios?

2º – Este pretendido meio destinado a sustentar a sua doutrina teria para ela sido o mais temível inimigo.

O impossível, humanamente falando, na pregação de Jesus Cristo e dos seus apóstolos, consistia principalmente em fazer admitir aos povos a divindade deste mesmo Jesus, pobre, humilhado, cheio de atribulações, e morto em uma cruz. Acaso não é isto o que mais indigna a razão no ensino do Cristianismo? Não é esta precisamente a pedra de escândalo para o incrédulo? E seria este o meio que Jesus Cristo escolheria para fazer receber a sua religião? isto seria o cúmulo da loucura! É bem singular isca a que amedronta cem vezes mais que o próprio anzol!

Concebo que a divindade de Jesus Cristo, uma vez admitida, se torna mui poderoso meio para fazer acreditar a sua doutrina. mas quem havia de fazer admitir esta mesma hipótese, e de que modo poderia Jesus Cristo ser tido como Deus, sem uma manifestação evidente e irresistível da omnipotência divina?

Não, não, repito, ante o caráter sobre-humano de Jesus Cristo, ante suas palavras e afirmações, À vista de suas ações, e de sua obra, que é o Cristianismo, mais que um partido a tomar: é ajoelhar, adorar o amor infinito de um Deus que amou tanto o mundo que lhe deu seu Filho único, e exclamar com S. tomé já convencido: “MEU SENHOR E MEU DEUS! – DOMINUS MEUS ET DEUS MEUS”!

Perguntas e Respostas Concisas e Familiares às Objeções Mais Vulgares contra a religião, Monsenhor de Ségur, 1946.

  1. S. Math. c. 26. v. 63 e 64 – S. Marc. c. 14. v. 61 e 62 – S. Luc. c. 22, v. 70 – S. João, c. 14, v. 10.
  2. O Evangelho é a história de Jesus Cristo, escrito por testemunhas oculares, diante de testemunhas também oculares, os Judeus eos primeiros Cristãos; narrada pelos mais santos dos homens, os Apóstolos, que deram a vida para atestar a verdade da sua palavra.
    A leitura do Evangelho só por si é a melhor prova da sua veracidade. O prórprio incrédulo Rousseau o confessa: “Não é deste modo que se inventa, dizia ele e o inventor de semelhante livro ainda seria mais adimirável que o seu herói”.
  3. Nem Jesus Cristo, nem os Judeus, a quem ele falava, entendiam por Filho de Deus um homem justo, filho de Deus, amigo de Deus. Ele e eles entendiam por isto o Verbo divino a segunda pessoa da Santíssima Trindade, o Filho eterno e único de Deus e Deus como o Pai e o Espírito Santo. Por isto, quando Jesus declara perante Caifás “que é o Filho de Deus” o sumo sacerdote e os fariseus bradam que é blasfêmia, e o condenam à morte como blasfemador, por se haver feito Deus.
  4. Abraão vivia vinte séculos antes de Jesus Cristo.
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