Ad Gloriam Dei et Salutem Animarum
Arsenal
CAtólico
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Preguiça, é a propensão para não trabalhar, ou para cumprir os deveres negligentemente. É um vício capital, que pode produzir conseqüências muito funestas, tais como a ociosidade, a fraqueza de espírito, a irritação, a pobreza, a divagação da imaginação, o desespero, que resulta do desgosto da vida. São remédios contra a preguiça: a lembrança de que o trabalho é uma lei divina, a lembrança dos males a que esse vício dá origem e a sujeição a um regulamento de vida. Nem por ser rico o homem está dispensado de trabalhar; porque é homem, está sujeito à lei divina do trabalho, como à lei do sofrimento e da morte. O servo inútil de que fala o Evangelho, foi condenado por não ter feito frutificar o talento recebido (Ev. S. Mat. XXV). São Paulo escreve: «Não sejais preguiçosos e cumpri o vosso dever» (Ep. Rom. XII, 11). O preguiçoso é um inútil e por vezes um prejudicial. Não só não produz, mas pesa sobre a família e sobre a sociedade.

Última atualização do artigo em 13 de abril de 2025 por Arsenal Católico

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