Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus, que prostrado de joelhos em Vossa divina presença, Vos peço e suplico, com o mais ardente fervor, que Vos digneis imprimir em meu coração ardentes sentimentos de fé, esperança e caridade, e um verdadeiro arrependimento de meus pecados com vontade firmíssima de os emendar; enquanto eu, com grande afeto e dor de alma, considero e medito as Vossas cinco Chagas, tendo diante dos olhos o que já o santo profeta Davi dizia de Vós, ó bom Jesus: “Traspassaram minhas mãos e meus pés, contaram todos os meus ossos”.
Em latim
En ego, o bone et dulcíssime Jesu, ante conspéctum tuum génibus me provólvo, ac máximo ánimi ardore te oro atque obtéstor, ut meum in cor vívidos fídei, spei et caritátis sensus, atque veram peccatórum meórum poeniténtiam, éaque emendándi firmíssiman voluntátem velis imprímere: dum magno ánimi afféctu et dolóre tua quinque vúlnera mecum ipse consídero ac mente contémplor, illud prae óculis habens, quod jam in ore ponébat tuo David prophéta de te, o bone Jesu: “Fodérunt manus meas et pedes meos; dinumeravérunt ómnia ossa mea.
(Indulg. de 10 anos – Plenária para quem rezar depois da Comunhão diante do Crucifixo, acrescentando um Pater, Ave e Gloria pelas intenções do Papa).
Manual dos Congregados, Edição Oficial da Confederação Nacional das Congregações Marianas, 1957.
Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico