A Providência, em seu grande amor, dá a cada um de nós um príncipe da sua sorte celeste para nos guiar no caminho da vida, socorrer-nos em nossas necessidades, defender-nos contra os ataques dos nossos inimigos. Que seria de nós sem este guia e protetor? Mil vezes teríamos perdido a dupla vida do corpo e da alma. Cremos isto? Pensamos nisto? Parece que não. Talvez passemos dias e semanas sem nos lembrar do nosso Anjo da Guarda. Que fazemos para testemunhar nossa gratidão por tanta bondade? Talvez pratiquemos à vista do Anjo da Guarda o que não teríamos coragem de praticar à vista do nosso semelhante. Peçamos perdão da nossa ingratidão e falta de respeito. Amemos, honremos nosso querido Anjo da Guarda e recorramos a ele em todos os perigos do corpo e da alma. Mães, falai frequentemente aos vossos filhinhos do seu Anjo da Guarda. Dizei-lhes que o anjo está sempre presente, vê todos os pecados, ainda mais os mais secretos; assim evitarão muitas faltas e mais facilmente conservarão a inocência.
(in O Pequeno Missionário – P. Guilherme Vaessen – 1953)
Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico