(De Santa Margarida Maria Alacoque)
Eu, NN., me dou e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha pessoa e minha vida, minhas ações, penas e sofrimentos, não querendo mais servir-me de parte alguma do meu ser, senão para honrá-lo, amá-lo e glorificá-lo.
É esta a minha vontade irrevogável: ser todo Vosso e fazer tudo por amor de Vós, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto Vos possa desagradar.
Tomo-Vos, pois, ó Sagrado Coração, por único objeto de meu amor, por protetor de minha vida, por segurança de minha salvação, por remédio de minha fragilidade e de minha inconstância, por reparador de todas as imperfeições de minha vida e por asilo seguro na hora de minha morte.
Sêde, ó Coração de bondade, minha justificação diante de Deus, Vosso Pai, e desviai de mim sua justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e fraqueza, mas tudo espero de Vossa bondade.
Livrai-me de tudo que Vos possa desagradar, ou que se oponha à Vossa vontade. Esteja o Vosso amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais Vos possa esquecer, nem separar-me de Vós.
Por todas as Vossas atenções, suplico-Vos seja o meu nome escrito em Vosso Coração, pois não almejo outra felicidade ou glória que viver e morrer como Vosso escravo. Amen.
Indulg. de 3 anos; ind. plen. nas condições habituais, a quem recitar a oração durante todo o mês. – (Preces 226).
Maná ou Alimento da Alma Devota – Orações e Exercícios Piedosos compilados por Frei Ambrósio Johanning O.F.M., XXII Edição, 1955.
Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico