São João Bosco e a maçonaria

Fonte: Rivista La Tradizione Cattolica (FSSPX Itália) – Tradução: Dominus Est

“O Piemonte, naquela época, era um dos reinos mais católicos do mundo em sua legislação. Os liberais, porém, reivindicavam de tempos em tempos novos direitos do Estado, que prejudicavam a Igreja, na qual, como mãe piedosa, por vezes condescendia em algum ponto disciplinar para prevenir males piores (1)”(2).

Estamos no século XIX, quando os efeitos da Revolução Francesa não apenas sobreviverão na Europa, mas se desenvolverão a ponto de contaminar a cultura cristã do Continente. A “Restauração”, após o Império napoleônico, foi um parênteses histórico ilusório: os soberanos, caídos de seus tronos sob a guilhotina ou levados ao exílio, de fato retornaram aos Estados, mas foram gradualmente encurralados pelo pensamento dominante: o liberalismo, apoiado cada vez mais por intelectuais, políticos, homens de governos constitucionalizados e parlamentarizados. A França de Voltaire e a Inglaterra do maçom Henry John Temple, terceiro visconde Palmerston (1784-1865) impuseram suas ideias a todo o continente, substituindo gradualmente o pensamento católico. E a Igreja se tornou o verdadeiro inimigo a ser abatido.

Do estado confessional à liberdade religiosa

O primeiro artigo do Estatuto Albertino (4 de março de 1848), composto por 84 artigos, dizia: “A Religião Católica, Apostólica e Romana é a única religião do Estado. Os outros cultos já existentes são tolerados”. O sentimento profundamente católico do Rei Carlo Alberto (1798-1849) entrou em conflito com os interesses políticos que o levaram a simpatizar com o Conde Ilarione Petitti di Roreto (1790-1850), Conde Federico Sclopis di Salerano (1798-1878), Conde Stefano Gallina (1802-1867) e o Marquês Roberto Taparelli d’Azeglio (1790-1862), partidários das ideias liberais. Os chefes das sociedades secretas e carbonários da península italiana, ligadas a Paris e Bruxelas, vieram em segredo a Turim para se encontrar com o rei saboiano e lançar as bases da liberdade religiosa.

É de grande interesse o que escreveu o primeiro biógrafo de Dom Bosco (1815-1888), Giovanni Battista Lemoyne, SDB (1839-1916), muito bem informado sobre os fatos de seu tempo:

“O Rei [Carlo Alberto] queria libertar a Itália para fazer florescerem a religião e a justiça por lá; e certamente se tivesse sucesso, após a vitória ele converteria ou extinguiria o liberalismo, que agora ele apreciava como um meio.

Ingênua esperança! Um demônio não se converte e não se extingue: introduzido na casa como um aliado, leva consigo a traição e a morte.

Nenhuma dessas manipulações vazou para o público, enquanto por anos uma obra mais ruinosa foi astuciosamente realizada pelas seitas em todas as regiões da Itália e especialmente no Reino Pontifício para derrubar os tronos e a Igreja Católica. Os chefes supremos da Maçonaria tinham escrito então, desde 1819 e 1820, uma Instrução Permanente que revelava as intenções mais secretas da seita, código e guia dos mais altos iniciados, e, portanto, escolhidos para liderar e capitanear todo o movimento maçônico e sectário, especialmente na Itália »(3).

Lemoyne ficou em posse desta Instrução. Trata-se do manifesto que circulava internamente na Maçonaria. Nele contém toda a estratégia anticlerical e anticatólica planejada para destruir a Igreja sem violência ou derramamento de sangue, mas com brandura e sedução de ideias, com o fim de comprometê-la desde dentro. O projeto inteligentemente elaborado não ficou no papel e foi aplicado com rigor, de modo que hoje os frutos desse planejamento são evidentes: a subjugação da Igreja ao mundo é quase unânime e global. A Igreja foi levada pelas ideias liberais, que triunfaram, criando um pensamento único na sua adesão ao subjetivismo; um pensamento radical e anticatólico.

O plano maçônico: atacar o papado

A trágica Instrução Maçônica, que São João Bosco bem conheceu – e a opôs com palavras, escritos (pensemos na admirável proeza das Leituras Católicas), com ações (a formação salesiana antiliberal que se realizou em suas escolas e seus seminários) –, é um verdadeiro planejamento para destruir o catolicismo. O objetivo era claro: demolir a Igreja por dentro, atingindo seu coração: o papado.

“Depois de nos tornarmos um corpo de ação e que (após os acontecimentos políticos de 1814 e 1815) a ordem começa a reinar tanto na Vendita [da Maçonaria] mais remota quanto na mais próxima do centro, agora existe um pensamento que sempre preocupou muito os homens que aspiram à regeneração universal. E o pensamento é o da libertação da Itália, da qual, em um determinado dia, deve emergir a libertação de todo o mundo, a república fraterna e a harmonia da humanidade. Este pensamento ainda não foi compreendido por nossos irmãos na França. Eles acreditam que a Itália revolucionária só pode conspirar nas sombras, apunhalar alguns cervejeiros ou traidores e, enquanto isso, suportar tranquilamente o jugo dos fatos consumados além das montanhas, pela Itália, mas sem a Itália. Esse erro já foi fatal para nós várias vezes. Não se deve combatê-lo com palavras; o que seria propagá-lo cada vez mais: ele deve ser morto com ações. E assim, em meio aos cuidados, que têm o privilégio de despertar os espíritos mais vigorosos de nossas Venditas, há um que nunca devemos esquecer.

O papado sempre exerceu uma ação decisiva sobre o destino da Itália. Com o braço, com a voz, com a pena, com o coração de seus inúmeros bispos, frades, freiras e fiéis de todas as regiões, o Papado sempre encontrou pessoas prontas para o sacrifício, o martírio, o entusiasmo. Onde quisesse, ele teria amigos que morreriam por ele e outros que se despojariam por ele. É uma alavanca imensa, da qual apenas alguns Papas compreenderam todo esse poder. E ainda assim eles fizeram uso dele com certa reserva. Hoje, não se trata de restituir ao nosso serviço este poder momentaneamente enfraquecido: o nosso fim último é o de Voltaire e da Revolução Francesa: isto é, a aniquilação total do catolicismo e até mesmo do ideal cristão: o qual, se permanecesse de pé sobre as ruínas de Roma, seria mais tarde restaurado e perpetuado. Mas para alcançar este objetivo de maneira mais segura e não nos preparar para algumas decepções, que prolongam e comprometem indefinidamente o bom êxito da causa, não devemos dar atenção a esses presunçosos franceses, esses nebulosos alemães, esses ingleses melancólicos, que acreditam poder matar o catolicismo ora com uma canção obscena, ora com um sofisma, ora com um sarcasmo trivial que chega de contrabando como os algodões ingleses. O catolicismo tem uma vida que resiste a outras coisas. Ele viu adversários mais implacáveis ​​e mais terríveis; e ele muitas vezes experimentou o mau gosto de abençoar os mais raivosos entre eles com sua água benta. Deixemos, portanto, que nossos irmãos nesses países extravasem sua intemperança de zelo anticatólico: permitamos que zombem de Nossas Senhoras e de nossa aparente devoção. Com este passaporte poderemos conspirar com toda a comodidade e aos poucos alcançar nosso objetivo.”

Os “iluminados” autores, que difundiram essas diretrizes com grande capilaridade entre a elite dos iniciados, argumentaram que o Papado depende de seu Pastor Supremo. Como, então, minar essa instituição?

“Pois bem: o remédio foi encontrado. O Papa, seja ele quem for, nunca chegará às sociedades secretas: cabe às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja e em direção ao Papa, com o objetivo de vencer ambos.

O trabalho que vamos empreender não é o trabalho de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Pode durar muitos anos, talvez um século: mas em nossas fileiras o soldado morre e a guerra continua. Já não pretendemos ganhar o Papa para a nossa causa, nem torná-lo um neófito de nossos princípios ou um propagador de nossas ideias. Isso seria um sonho ridículo. E seja qual for a forma para transformar os acontecimentos, mesmo que aconteça de algum Cardeal ou algum Prelado, com toda a sua boa vontade e não por traição, fizesse parte de nossos segredos, isso não seria motivo para desejar sua elevação à Sé de Pedro. Essa elevação seria, de fato, nossa ruína. Visto que ele teria sido levado à apostasia somente pela ambição, a necessidade de poder o levaria necessariamente a nos sacrificar. O que devemos procurar e esperar, como os judeus esperam pelo Messias, é um Papa segundo as nossas necessidades.”

Com a Instrução Maçônica davam-se indicações sobre como difamar os prelados: foi a campanha persecutória que foi perpetrada contra o clero durante o “Risorgimento” italiano, campanha que também levou ao assassinato, encarceramento e exílio de padres, religiosos e bispos. A manipulação conduzida pelos jornais (que, na época, eram lidos principalmente nos cafés, onde políticos e intelectuais se reuniam para conversar e conspirar) já era utilizada.

De fato, o dizer “vá direto ao café, do café para a praça; uma palavra pode, às vezes, matar um homem. […] Como na Inglaterra e na França, assim na Itália nunca faltarão canetas que possam contar mentiras úteis para uma boa causa. Com um jornal em mãos, onde verá impresso o nome do seu Monsenhor Delegado ou de Sua Excelência o Senhor Juiz, o povo não necessitará de mais provas. As pessoas aqui entre nós, na Itália, estão na infância do liberalismo. Elas agora acreditam nos liberais como mais tarde acreditarão em qualquer outra coisa.

Hoje não há mais “menores” no liberalismo vigente: os autores da Instrução identificaram perfeitamente o que aconteceria: eliminados os princípios católicos, os únicos que nos permitem ter um juízo real e razoável sobre o que é bom e o que é mau, sobre o que fazer ou não fazer, as pessoas acreditariam em qualquer ideia… como aquela de afirmar, por exemplo, que o feto não é um bebê, mas um punhado de células descartáveis; que os pais não precisam necessariamente ser de sexos diferentes, ou que os muçulmanos acreditam no mesmo Deus que os cristãos ou, novamente, que uma religião é tão boa quanto outra… A verdade objetiva se liquefaz e, entre as várias verdades subjetivas, prevalece e se torna autoritária aquela anunciada pelos megafones de informação, manipulados pelas grandes potências.

“Agora, portanto, para fabricar um Papa segundo o nosso coração, trata-se, antes de tudo, de uma questão de fabricar para este futuro Papa uma geração digna do Reino que esperamos. Homens velhos e maduros devem ser deixados de lado. Em vez disso, vá direto à juventude e, se possível, também na infância. […] Uma vez que sua boa reputação esteja estabelecida nos colégios, ginásios, universidades e seminários: uma vez que tenham conquistado a confiança dos professores e dos jovens, certifiquem-se de que especialmente aqueles que entram nas milícias eclesiásticas desejem conversar com você. […] Querem revolucionar a Itália? Busque o Papa que aqui retratamos. Querem estabelecer o reino dos eleitos sobre o trono da prostituta da Babilônia? Deixem que o clero caminhe sob a vossa bandeira, acreditando caminhar sob a bandeira das Santas Chaves. Querem fazer desaparecer o último vestígio de tiranos e opressores? Estendam suas redes […] no fundo das sacristias, seminários e conventos, em vez do fundo do mar: e se não precipitar nada, prometemos-lhe uma pesca mais milagrosa que a de São Pedro. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens: os senhores pescarão amigos aos pés da Cátedra Apostólica. […] O sonho das sociedades secretas (de ter um Papa cúmplice) realizar-se-á por esta razão muito simples, que se funda nas paixões do homem. Portanto, não desanimemos nem pela decepção, nem pelo revés, nem pela derrota: preparemos nossas armas no silêncio das Vendas, apontemos todas as nossas baterias, explodamos todas essas nossas baterias, explodamos em todas as paixões, tanto na pior como nas mais generosas: e tudo nos leva a crer que este plano um dia terá um êxito muito além das nossas maiores esperanças”.

Eis que, para chegar ao fim, não é necessário absolutamente fazer mártires:

“A Revolução Francesa, que tanto tinha de bom, errou neste ponto. Luís XVI, Maria Antonieta e a maioria das vítimas daquela época são sublimes pela resignação, pela grandeza da alma […]”.

A Maçonaria quer a libertação e a autonomia do homem das verdades absolutas e imutáveis, com o resultado prático de que, quando admite que a verdade exista, a considera absolutamente incognoscível e, portanto, sempre e em qualquer caso questiona toda afirmação: assim, o homem perde toda certeza, em um caos ideológico absoluto, em que o erro vale tanto quanto a verdade e tudo se reduz à uma opinião subjetiva. A verdade não é mais o que realmente é, mas o que afirma o detentor do poder. Trata-se de uma mentalidade diametralmente oposta a que Jesus ensinou: “a verdade vos libertará”(4) e esta verdade é transmitida pela Igreja que Ele próprio fundou.

A resposta de Dom Bosco

Enquanto a Maçonaria colocava em ação o seu plano, São João Bosco se preparava para lançar o seu ataque, com respostas firmes e determinadas em defesa da Verdade e da própria Igreja, convencido de que a Verdade é una e apenas uma, e que “Extra Ecclesiam nulla salus”. Ele lutou bravamente contra as filosofias modernas, o liberalismo, o subjetivismo, a liberdade religiosa; lutou contra a religião do sentimentalismo (como fez contra a pedagogia do abade protestantizante Ferrante Aporti [1791-1858], apoiado pelas autoridades maçônicas e que deixará de celebrar a Santa Missa), que já operava na época causando danos à religião, à doutrina e aos dogmas. As salas de aulas de Dom Bosco continuaram repletas de imagens de Nossa Senhora e dos Santos, enquanto as de Aporti tinham apenas o Crucifixo… e hoje também este foi removido.

A Fé de Dom Bosco, atualíssima em seu encargo eterno, encontrou seu fundamento e ápice em seus 3 amores brancos característicos: a Eucaristia, a Virgem Maria e o Papa. É interessante notar como naquela época muitas pessoas brincavam com a figura do Papa. A começar pelo nome, aliás, muitos liberais, propositalmente, em vez de gritar “Viva o Papa” diziam “Viva Pio IX”, enquanto que Dom Bosco ensinava seus meninos a dizer “Viva o Papa”. “Mas por que, perguntaram-lhe, quer que gritemos Viva o Papa? Pio IX não é precisamente o Papa?

– Tens razão, respondia Dom Bosco: mas já não vês além do sentido natural; há quem queira separar o Soberano de Roma do Pontífice, o homem da sua divina dignidade. A pessoa é elogiada, mas não vejo ninguém que queira reverenciar a dignidade com que se reveste»(5).

Quando Carlo Alberto, em 1848, concedeu a Constituição e a multidão cantava nas praças “Irmãos da Itália, a Itália despertou”(6), a religião católica sofreu um duríssimo golpe, com elogios não só dos maçons, mas também dos católicos liberais, para o benefício de outros credos. Deixou Dom Bosco escrito nas suas Memórias, oferecendo-nos a possibilidade de conhecer o seu pensamento sobre a liberdade religiosa, muito diferente da tolerância religiosa sempre expressa e praticada pela Igreja:

“Muitos pensaram que a Constituição também concedeu a liberdade de fazer o bem ou o mal à vontade. Eles apoiaram esta afirmação sobre a emancipação dos judeus e protestantes, em virtude dos quais se afirmava que não havia mais distinção entre católicos e outras crenças. Isso era verdade na política, mas não na religião»(7).

Dom Bosco, que converteu judeus e valdenses e não temia ninguém, nunca se cansou de alertar os católicos para vigiar e afastar os enganos diabólicos dos inimigos da Igreja que desejavam destruir o reinado social de Nosso Senhor.

Pio IX estimava e admirava muitíssimo o pai e mestre dos jovens e muitas vezes o tinha como conselheiro, também para as nomeações episcopais. Um dia, fez-lhe uma pergunta, remontando aos primeiros dias de seu pontificado. Sua eleição em 1846 pareceu coroar as esperanças do neoguelfismo e dos reformadores italianos. O Papa Mastai Ferretti apresentou-se nos primeiros 18 meses com uma série de iniciativas inovadoras: a anistia para condenados políticos; a nomeação do Cardeal Pasquale Gizzi como Secretário de Estado (1787-1849), a quem injustificadamente foram atribuídas simpatias liberais; o estabelecimento de comissões para reformas econômicas, jurídicas e assistenciais; o compromisso com o aumento das escolas e a promoção da cultura; a abolição da discriminação contra o gueto judeu; a formação de um Conselho de Estado com a participação de leigos; a instituição da guarda cívica; a concessão de relativa liberdade de imprensa. Essas disposições iludiram os que tentaram corroer a Igreja por dentro e serão os mesmos que, do falso mito do “Papa liberal” por eles propagado, passarão ao ódio contra Pio IX, a ponto de querer jogar seus restos mortais no Tibre. Pois bem, a pergunta que o Papa fez ao franco Dom Bosco foi:

«[…] quanto à anistia que no início do nosso Pontificado concedemos a todos os condenados políticos do Estado Pontifício, sabemos que outros elogiam e outros culpam este ato. O que o senhor acha? […].

– Vossa Santidade, respondeu Dom Bosco, com aquele traço de clemência soberana certamente apoiou a grande bondade de seu magnânimo coração, esperando comover e se apegar a estes delinquentes; mas parece que agiu como Sansão, que capturou e prendeu 300 raposas e depois as libertou; e eles imediatamente correram para todos os lugares para trazer fogo e destruição às plantações”(8).

O Oratório de Dom Bosco foi submetido, por ordem das autoridades governamentais, a 11 buscas. A primeira ocorreu em 1860: o fundador dos Salesianos ficou desconfiado porque algumas cartas de personalidades ilustres que lhe foram dirigidas foram interceptadas pela censura. Porém, nenhuma pista foi encontrada: o santo, avisado em um sonho, instruiu alguns meninos de confiança a esconder vários documentos. Muitos papéis se perderam para sempre, mas alguns deles, como as cartas do Papa e do Arcebispo de Turim, foram descobertos anos depois, sob uma viga da igreja de São Francisco de Assis, onde Dom Bosco costumava ir ao confessionário do seu amado pai espiritual, São José Cafasso (1811-1860), antiliberal e antimaçônico como ele.

Notas:

  1. Por exemplo, o governo impôs algumas restrições à aceitação de noviços em casas religiosas, devido ao recrutamento militar.
  2. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. II, Ed. 1901, Cap. XII, p. 119.
  3. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. II, Ed. 1901, Cap. I, p. 3-4.
  4. Jo 8, 32.
  5. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. III, Ed. 1903, Cap. XXI, p. 241.
  6. Cf. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. III, Cap. XXI, p. 292.
  7. J. Bosco, Memórias do Oratório de São Francisco de Sales de 1815 a 1855. Exclusivamente para os membros salesianos, Terceiro caderno (1846-1855), cap. 9: 1848 – O aumento dos artesãos e seu modo de vida – Sermão da noite – Concessões do Arcebispo – Exercícios espirituais.
  8. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. VIII, Ed. 1912, Cap. LI, p. 604-605.
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