1. Os justos que morrem na graça de Deus, com toda a razão esperam ouvir a doce palavra: “Servo bom e fiel, entra no gozo de teu Senhor”. Não obstante isso, também muitos deles sentem-se inquietados pela lembrança dos pecados e do bem omitido. Nada disso na Santíssima Virgem. Maria Santíssima, lançando um olhar retrospectivo de sua vida, nada encontrou que a pudesse inquietar, nenhuma falta, nenhum momento mal empregado. Com quanta satisfação podia dizer: “Está consumado!”. Que morte doce, única! Que é que tu tens feito para morrer feliz como Maria?
2. Não convinha que o corpo puríssimo de Maria fosse entregue à corrupção do túmulo. Ressuscitada gloriosamente por seu Filho, Maria ascende aos céus, vindo-lhe os anjos, os profetas e os patriarcas ao encontro. Deus assenta-a no trono que lhe compete como sua Filha, Mãe e Esposa. Rainha dos mártires na terra, Maria é agora Rainha do universo no céu.
Deus te chamou também a ti para a eterna glória. Já a mereces? Tornas-te dela mais digno de dia para dia? Lembra-te que todas as graças passam pelas mãos de Maria.
Breves Meditações Para Todos os Dias do Ano, Frei Pedro Sinzig, OFM, Quarta Edição, 1921.
Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico