1. “Eu juro por minha vida, diz o Senhor Deus, que não quero a morte do ímpio, mas que se converta e siga o caminho da vida“. Poderá alguém duvidar da palavra da eterna verdade? “Se os vossos pecados forem encarnados como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; e se forem rubros como o carmim, ficarão alvos como a branca lã”. Que infinita bondade de Deus! Sim, Ele odeia o mal; ama, porém, o arrependido. Como bom pastor, procura-o por montes e vales, chamando-o amorosamente e levando-o, Ele próprio, em seus ombros.
2. Em Jesus foi manifestada a incompreensível bondade de Deus. Visitou a casa do publicano, a quem tudo perdoou: “Hoje entrou a salvação nesta casa”… Apesar dos comentários maliciosos dos fariseus, Jesus não repeliu a contrita pecadora Madalena: “Perdoados lhe são seus grandes pecados, porque muito amou”… O apóstolo, que tinha jurado não conhecer a Jesus, ainda assim recebeu o perdão, logo que se arrependeu: “E voltando-se o Senhor, pôs os olhos em Pedro… E tendo-se retirado, chorou Pedro amargamente”. Assim, ainda ao morrer, Jesus procedeu: “Hoje estarás comigo no paraíso”. Ama, pois, a quem tanto te ama.
Breves Meditações Para Todos os Dias do Ano, Frei Pedro Sinzig, OFM, Quarta Edição, 1921.
Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico