Ad Gloriam Dei et Salutem Animarum
Arsenal
CAtólico
William Holman Hunt, Em oração [Detalhe], 1866, Domínio Publico - Wikimedia Commons

Deus te Vê… Sempre!

1. O pensamento perseverante na presença de Deus regulará os movimentos do coração, moderará as paixões e purificará as intenções. Não há tentação que a fé viva nesta continua presença divina não vença, fragilidade que ela não ampare, e, depois da queda, não há pecado do qual não inspire contrição. Ela, na boa ação, faz ponderar: “Deus me vê, Deus me ouve, observa tudo o que faço, digo, penso e deixo de fazer” Tendo Deus perante os olhos, a oração torna-se agradável, a mortificação fácil, todas as virtudes serão mais a teu alcance.

2. O exercício da presença de Deus dá força no infortúnio. “Não estou só, Deus está comigo”, é o consolo nas horas da dor. Esta convicção faz ser grato a Deus. Não há momento algum em que não recebas um benefício particular de Deus; por isso nenhum momento há, em que não possas deixar de dar-lhe graças. A alma tornar-se-á atenta em corresponder ao amor de Deus e em bem fazer tudo o que é obrigada a fazer. Teu exterior, neste caso, será modesto, fazendo transparecer em tudo o respeito devido a Deus. Procedes assim? É tão fácil e tão meritório!

Breves Meditações Para Todos os Dias do Ano, Frei Pedro Sinzig, OFM, Quarta Edição, 1921.

Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico