Ad Gloriam Dei et Salutem Animarum
Arsenal
CAtólico

Todas as graças nos vêm por Maria

Tudo por Maria!…

Apresenta-se-nos uma questão importante que procede daqueles que julgam exagerar-se muito a mediação do poder de Maria…

Eles perguntam: “Todas as graças nos vêm por Maria?”

Nós respondemos: “Sim, absolutamente, todas”.

“Mas estamos nós obrigados a pedir sempre a Maria para obter alguma coisa, e Nosso Senhor não nos pode conceder diretamente a graça pedida?”…

Façamos uma distinção, dizendo, com os teólogos, que, pelo seu poder absoluto, isto é, consultando apenas a sua onipotência, Deus poderia conceder diretamente as graças impetradas, mas, pelo poder ordenado, isto é, na ordem das coisas estabelecidas pelo próprio Deus, Ele não o faz.

Citemos aqui uma página do cardeal Pie, antigo bispo de Poitiers: “O Redentor teria podido descer à terra sem passar pelo seio de uma mulher; em outros termos, Deus teria podido salvar os homens sem para isso empregar o intermédio de Maria.

Ele o teria podido, mas não o quis.

“Deus a predestinou desde toda a eternidade, diz Bossuet, para por ela dar ao mundo Jesus Cristo, e, chamando-a a este glorioso ministério, Ele não quer que ela seja um simples canal, mas um instrumento voluntário. Eis por que o Pai Eterno lhe envia um anjo para lhe propor o mistério, que não se realizaria, enquanto Maria não desse uma resposta afirmativa, se bem que esta grande obra da encarnação, que é a expectativa de toda a natureza desde há tantos séculos, quando Deus resolveu realizá-la, permanece ainda suspensa, até que a Virgem tenha nela consentido”.

“Conheceis esta verdade, prossegue Bossuet, não me demoro em vo-la explicar, mas não posso calar uma conseqüência que, talvez, não meditásseis ainda bastante.

É que Deus, tendo resolvido dar-nos Jesus Cristo uma vez por Maria, esta ordem não se muda mais, e os dons de Deus são irrevogáveis.

É e será sempre certo que, tendo uma vez recebido, por meio dela, o princípio universal da graça, recebemos ainda por seu intermédio as suas diversas aplicações nos diferentes estados que compõem a vida cristã.

É e será sempre certo que, tendo sido o seu consentimento necessário para o mistério da encarnação, ele o será eternamente para todas as outras operações que não são mais que dependências suas ” (26).

O sangue de Jesus Cristo ficaria indefinidamente suspenso por cima de nossas cabeças, se a sua aplicação não nos fosse feita pelo concurso da Mãe do Redentor.

É assim que Maria é sempre Mãe de Jesus.

De modo algum este titulo é para ela uma glória passada.

O seu ato gerador perpetua-se; sua fecundidade é sempre ativa.

S. João viu-a no céu revestida do sol como de uma veste, tendo a lua sob seus pés e sobre sua cabeça uma coroa de doze estrelas, e ela gemia como uma mulher que dá à luz.

Que quer dizer isto?…

É que do alto dos céus Maria continua a produzir Jesus Cristo, gerando-o nos corações.

É que ela nos deu o autor da graça, continuando a ser a Mãe da divina graça, como no-lo ensina a Igreja, ao aproximar estas duas invocações: Mater Christi, Mater divinae gratiae.

Todas as graças nos vêm por Maria: as graças concedidas aos indivíduos, às nações e aos povos.

Escutemos São Cirilo: “É por vós, ó Maria, que a fé penetrou nos países infiéis; por vós que as nações foram conduzidas à penitência; por vós novas igrejas cristãs se elevam nas extremidades do Universo…”

Esta doutrina é admiravelmente confirmada pelo apóstolo das índias, S. Francisco Xavier, que dizia encontrar sempre os espíritos rebeldes ao Evangelho, quando não lhes apresentava com a cruz de Jesus a imagem de Maria.

Todas as graças nos vêm por Maria, a tal ponto que os próprios sacramentos, sinais misteriosos instituídos por Jesus Cristo, precisamente para serem os canais e os instrumentos, em relação a Maria não são mais que canais e instrumentos secundários.

Ouçamos ainda S. Cirilo neste discurso que os padres do concilio de Éfeso fizeram incluir entre as atas do mesmo, elocução célebre:

“Por vós, ó Maria, a água batismal justifica os catecúmenos; é por vós que o óleo santo confirma o neófito”.

Per te baptismus obttngit credentibus, per te oleum exsultationis intundititr, e mais outras palavras que permitiram dizer que Maria é o sacramento universal.

Todas as graças nos vêm por Maria, e é também verdade que Deus devia outorgar à sua Mãe a continuação de tão nobre missão.

Pois ela, depois de ter sido necessária aqui na terra para a obra da encarnação e da redenção, ter-se-ia tornado estranha no céu às conseqüências de uma e outra?

Então, o céu seria para ela uma espécie de aposentadoria honorífica, onde receberia homenagens, mas seu poder teria cessado e sua condição seria algo semelhante ao que a nossa linguagem administrativa chama: “inatividade”?

Deus não podia e não devia impor esta condição à sua Mãe.

Digamos, pois, com São Bernardo, que realmente Deus estabeleceu que tudo passaria pelas mãos de Maria.

O bem-aventurado de Montfort diz a este respeito:

“Deus, sendo Mestre absoluto, pode comunicar por si mesmo o que ordinariamente não comunica senão por Maria”.

Ajunta ainda o santo missionário que seria temerário negar que Deus o faça algumas vezes; entretanto, continua Ele, segundo a ordem que a divina Sabedoria estabeleceu, Ele não se comunica ordinariamente aos homens senão por Maria”.

Quer isto dizer, como observa um autorizado intérprete da doutrina do bem-aventurado, que às vezes nos são concedidas as graças, sem que as tenhamos pedido a Maria; é assim que a primeira graça precede a qualquer pedido de nossa parte.

Mas, nas graças assim obtidas, a Santíssima Virgem intervém, como de ordinário o faz na concessão de favores que nos são feitos sem nos dirigirmos a ela.

É Deus quem consente, mas ainda é Maria quem dá.

Quer, pois, nos dirijamos diretamente a Deus, quer indiretamente por intermédio da Virgem, sua Mãe, a graça que nos é outorgada nos vem pelas mãos de Maria.

É a lei estabelecida por Deus… e Ele pode derrogá-la, como o faz na ordem natural pelo milagre, mas não o faz e nem o fará, porque sua vontade é imutável.

“Et sic est voluntas Dei, diz S. Bernardo, qui totum voluit nos habere per Mariam”.

Compreende-se que esta verdade é de uma importância que merece toda a nossa atenção.

É ela que constitui o culto excepcional de intercessão de que Maria é objeto.

Estabelece-se assim uma distância infinita entre a Virgem e os outros santos, de quem podemos obter graças, embora possamos também obtê-las independentemente deles, pois eles não são, como Maria, o canal constituído e, como diz S. Bernardo, o “Aqueduto”.

Se é por Maria que se obtém, e se é por ela que passam todas as graças, é, pois, conveniente pedi-las por Maria a Jesus Cristo.

Como diz Gerson, ela é verdadeiramente “nossa medianeira”, pois decretou Deus dar unicamente pelas mãos de sua Mãe as graças que concede ao gênero humano. Mediatrix nostra, per cujus manus Deus ordinavit dare ea quae dat humanae naturae”.

“Há cristãos, diz ainda o cardeal Pie, que, embora não relegando ainda ao desprezo o culto de Maria, pois seriam condenados pela Igreja, omitem, entretanto, e negligenciam dirigir-se a ela.

Colocam de boa vontade a invocação de Maria entre estas práticas supererrogativas que é preciso abandonar à devoção popular, e que não concordam com uma religião mais nobre e mais viril; sem dúvida, são práticas respeitáveis, mas que nada têm com o dogma e com a essência do cristianismo.

Para eles isto é negócio de piedade e não cumprimento de um dever necessário.

Ora, ai está um grande erro, que tende nada menos que a comprometer a salvação.

“Antes de tudo, porém, para evitar a menor aparência de exagero, salientemos um principio de Santo Agostinho, que iluminará esta questão sobre a necessidade de recorrer a Maria.

“Deus, diz o santo doutor – e isto é matéria de fé – concede certas graças aos homens, embora estes não lhas peçam; mas é igualmente de fé que há muitas outras graças necessárias para a salvação, que Deus não concede senão por meio da oração”.

Tendo Maria sido constituída dispensadora de todas as graças, pode-se concluir que ela nunca antecipe nossas preces?…

Teria ela esperado a oração dos homens, para dar o seu consentimento à redenção?…

Todos nós nascemos devedores de Maria, continua o eloqüente bispo de Poitiers, e desde que a graça divina procura penetrar em nossa alma, pela virtude da graça batismal, ou pelos primeiros movimentos sobrenaturais puramente gratuitos, Maria associa-se com desvelo a estes santos convites do céu.

Quando Deus caminha à frente da criatura, Maria se conserva atrás. E quando Deus não ouve nossos méritos, nem nossos pedidos, para no-los deferir, Maria Santíssima não está de modo algum desinteressada para os transmitir, pois jamais o canal divino põe recusa aos generosos anelos da fonte.

Mais ainda: este instrumento bendito, sempre pronto a outorgá-los, chega até por diversas vezes a provocar estas primeiras operações da graça.

Quantas vezes – ainda mesmo sem um pedido dos convivas – tem-se mudado a água em vinho, pelos rogos de Maria!

Quantas vezes, percebendo nos pecadores chagas que eles mesmos não sentem e cuja cura eles nem se lembram de pedir, Maria, Mãe atenta, é a primeira a revelar suas necessidades a seu Filho: Fili mi, vinum non habent!

Mas, concedendo isso, é preciso reconhecer que há graças – e graças necessárias – que Deus só concede àqueles que empregam a intercessão de sua Mãe.

É preciso reconhecer que o cristão, que afasta Maria Santíssima dos seus hábitos e práticas de religião, fecha para si o canal da graça e a porta do céu.

Com efeito: ” Pelo fato de ter Deus estabelecido como lei geral que sua Mãe seria a dispensadora de todas as graças, não manifestou Ele o seu desejo de impor-nos a
obrigação de recorrermos a ela?…

Para que Ele procedesse de outro modo, necessário seria ou que Maria fosse o canal obrigatório da graça, mesmo em proveito daqueles que não querem dirigir-se a ela, ou então que Deus fizesse uma exceção e mudasse para eles o curso ordinário da graça.

Ora, estas duas suposições são inadmissíveis.

“E, primeiro que tudo, seria admissível que Deus, fazendo passar a graça pelas mãos de sua Mãe, tenha desejado servir-se dela como de um simples instrumento passivo?…

Bem pôde o Criador, por uma lei geral, forçar o sol a iluminar aqueles mesmos que blasfemam de sua luz: é um globo material, um astro sem razão e que não tem de salvaguardar honra alguma.

Maria, porém, estrela inteligente, e, segundo os santos padres, céu animado, estaria comprometida, ou antes Deus se comprometeria para com ela, se tivesse decretado semelhante lei.

Não! exclama São Bernardo, Maria é um astro que esparge sua luz e seu calor com efusão, segundo este oráculo que lhe é atribuído pela Igreja – “Ego diligentes me diligo”.

Infelizes daqueles que voltam as costas a este sol. – Vae qui solem istum adversantur!

Colocando sua Mãe entre nós, não quis Jesus Cristo fazer dela um simples escabelo que nos elevasse ao céu, enquanto nós o calcaríamos aos nossos pés.

Obrigados que somos a procurar a graça, é nosso dever procurá-la por Maria, pois tal é a vontade daquele que quis que nós tudo recebêssemos por ela: Quaeramus ergo gratiam et per Mariam quaeramus, quia sic est voluntas ejus qui totum nos habere voluit per Mariam.

“O espírito sempre extremista dos hereges, com o fim de combater esta doutrina com mais aparência de razão, tentou fazer-nos tirar disso uma conseqüência exagerada.

Disseram: Já que sempre necessário é o intermédio de Maria, não nos é mais permitido dirigir-nos diretamente a Deus.

Mas nós responderemos a esta dificuldade, alegando que nossa proposição diz somente respeito àqueles que tencionam excluir Maria Santíssima de sua piedade prática.

Pois, para aquele que se reconhece e se proclama súdito seu, não há dúvida alguma que possa muitas vezes e que até mesmo deve dirigir-se diretamente a Deus, fonte e principio da graça.

Nisto não há exclusão alguma de Maria. Há até um recurso implícito a ela. E como o filho não inveja as honras tributadas a sua Mãe, a Mãe não se melindra do culto imediato tributado ao seu Filho.

Não suponhamos no céu baixas rivalidades, que desonram a nossa terra.

“Os hereges insistiram ainda: Mas se Maria é o canal universal da graça, de que serve então a invocação dos santos?…

Não menos fácil é a resposta; pois os santos por nós invocados conhecem tão bem e melhor até do que nós o caminho da graça; nós nos servimos deles, pois, como intercessores, seja junto a Maria – para que esta nos obtenha o socorro de Deus – seja diretamente junto ao próprio Deus, vemos que em nenhum destes casos são lesados os direitos de Maria, em nenhum dos casos ela é desconhecida nem afastada sua mediação.

“Mas então, dizem-nos eles, nesta doutrina é impossível a Deus salvar-nos sem Maria”.

A resposta a esta objeção é fácil.

Pode Deus salvar-nos sem Maria?

– Sim, como pode iluminar-nos sem o sol.

Assim, tendo Deus decretado como lei geral que tudo o que é graça divina deveria vir a nós por meio de Maria: Totum nos habere voluit per Mariam, pode, entretanto, fazer um milagre na ordem sobrenatural, como o faz na ordem da natureza.

“Mas qual é aquele, ó meu Deus, que ousara pedir-vos e que terá a confiança de obter este milagre e esta exceção?

“Querendo Deus honrar sua Mãe e tratar-nos com amor, estabeleceu que todas as graças seriam dispensadas por sua Mãe. E eis que uma criatura humana vem dizer-lhe : Senhor, este intermediário que colocastes entre vós e mim não me agrada. Não sois bastante poderoso para me salvar por vós mesmo, sem que eu tenha necessidade de Maria?…”

Que disse? – Deus pode salvar-nos sem Maria, como pode iluminar-nos sem o sol.

Enganei-me. Quando Deus fizer este milagre, jamais o fará para satisfazer um capricho injurioso à sua Mãe.

Aliás, escutai ainda o raciocínio muito comum aos santos doutores.

Poderia Deus, com todo o seu poder, fazer que, em seus decretos eternos, Maria não tenha sido associada à obra da encarnação e que ela não tenha participado desta obra por uma cooperação ativa?…

Sem dúvida que não.

“Maria, aliás, tendo adquirido por seu concurso direitos sobre todas as criaturas regeneradas por Jesus Cristo, poderá Deus despojá-la e dispensar-nos de nossas obrigações para com ela?

Ainda uma vez – não!

“Portanto, é um culto de reconhecimento, de amor e de invocação de que ninguém nos pode dispensar para com Maria, e colocar-se fora de seu culto é deixar o caminho da salvação.

Eis por que o grande bispo de Meaux, após ter discutido sobre esta mesma questão, com aquela exatidão assim como pela elevação doutrinal que lhe é peculiar, concluiu por estas palavras terríveis sob os lábios magistrais e tantas vezes reservados:

“Já que a devoção a Maria é tão bem fundada, diz ele, anátema a todo aquele que a nega e retira aos cristãos tão grandioso socorro! Anátema a quem a diminui, pois enfraquece os sentimentos de piedade”.

Se alguém não ama a Virgem, que seja anátema!…

Após o célebre bispo de Poitiers, diremos que assim como uma linha tirada do centro de um circulo não pode sair dele sem passar pela circunferência, também nenhuma graça sai de Jesus, centro de todo bem, sem passar por Maria que, recebendo o Filho de Deus em seu seio, cercou-o por toda parte, como disse Jeremias: “Femina circumdabit virum” (Jer 31, 22) .

São Boaventura, considerando esta passagem do profeta Isaias: “Sairá uma raiz de Jessé, e de sua haste se elevará uma flor, e sobre esta flor repousará o Espirito do Senhor”, faz uma bela aplicação: ” Todo aquele que deseja obter a graça do Espirito Santo, deve procurar a flor sobre o rebento, isto é, Jesus em Maria, pois pela haste chegamos à flor.

E quereis vós ter uma flor?…

– Procurai, por meio de vossas preces, inclinar para vós o rebento e tê-la-eis: “Virgam tloris precibus flecta” (27).

Inclinemos até nós este rebento bendito… abaixemo-lo com o ciciar de nossas preces… e então teremos em nossas mãos esta admirável flor que é Jesus Cristo.

É o que fazia dizer a Santo Ildefonso: ” Para ser servo do Filho, quero sê-lo da Mãe” (28).

Façamos passarem nossas boas obras, nossas dificuldades e sofrimentos pelas mãos desta Mãe amantíssima, pedindo-lhe que purifique o que neles possa haver de imperfeito e rogando apresentá-los, ela mesma, ao seu divino Filho.

Se Jesus não quiser aceitá-los por causa de nossas misérias e de nossas imperfeições, aceitá-los-á devido à excelência e à virtude daquela que lhos oferece.

Eis o conselho de S. Bernardo a todos os que ele dirigia à perfeição: “Quando quiserdes oferecer alguma coisa a Deus, tende o cuidado de oferecê-la pelas mãos agradabilíssimas e digníssimas de Maria, se não quiserdes ser rejeitado: Modicum quid offerre desideras, manibus Mariae offerendum tradere cura, si non vis sustinere repulsam“.

Concluamos, pois, dizendo com toda a segurança: “Já que a vontade de Deus é que tudo recebamos por Maria, igualmente por Maria é que devemos dirigir nossas preces a Deus. São as suas mãos puras e virginais que devem apresentar a Deus o nosso pedido.

Deste modo, nossas orações terão mais autoridade; ser-nos-á mais abundantemente concedida a graça, a virtude ser-nos-á menos penosa e a vitória sobre nós mesmos menos difícil.

Maria será realmente o traço de união de nossas almas com Deus, nossa medianeira junto a Jesus, como Jesus é nosso mediador junto ao seu Pai.

Eis o caminho reto que conduz ao céu! – Caminho santo, imaculado, sem sombras, nem escolhos, pois Maria é toda luz, e dela é que a Igreja canta: “Quae… lumen aeternum mundo effudit: Jesum Christum Dominum nostrum”.

– É Maria que, conservando a glória da virgindade, espargiu neste mundo a luz eterna, que é Nosso Senhor Jesus Cristo. (29).

Eis o caminho seguido pelos santos e pelo próprio Salvador.

Sigamo-lo nós também!

“Quando me elevo a Deus, meu Pai,
Do fundo de minha iniqüidade,
É sobre as asas de minha Mãe,
É sobre o apoio de sua bondade”(30).

Por que Amo Maria, Padre Júlio Maria, Missionário de Nossa Senhora do SS. Sacramento, 1945

(26) Terceiro Sermão sôbre a Conceição de Maria, 4° sôbre a Anunciação.
(27) Spec. B. V., lect. 6. 12.
(28) Ut sim servus Filii, servitutem appeto Genitricis (De Virg. C. 12).
(29) Prefácio da santa Virgem.
(30) B. de Montfort. Cânticos.

Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico