Ad Gloriam Dei et Salutem Animarum
Arsenal
CAtólico
O Rosário: Arma dos tempos modernos
Fonte da imagem: FSSPX, Distrito de Espanha e Portugal

Intercessão Atual de Maria no Céu

Que significa intercessão?

Intercessão, como a mesma palavra indica, é o ato pelo qual uma pessoa intervém junto de outra para interpor a favor duma terceira o seu valimento, súplicas e desculpas.

Que quer dizer atual?

A intercessão de Maria chama-se atual, não só porque se exerce atualmente, mas principalmente porque importa uma atuação presente de Maria no Céu, distinta da sua cooperação na Redenção humana. Por outras palavras: a cooperação é já um fato passado e consumado; e, se persevera nos seus efeitos salutares, esta permanência é só habitual.

Pelo contrário, a intercessão é um fato não passado mas presente, não habitual mas atual.

Por que se diz que esta intercessão atual se exerce no Céu?

Quando se fala da intercessão atual de Maria e das suas admiráveis propriedades, queremos referir-nos à intercessão que ela está exercendo no Céu desde a sua gloriosa Assunção.

Tem Maria no Céu o ofício de interceder pelos homens?

Sim, a sua intercessão não é simplesmente efeito da sua bondade maternal, mas um verdadeiro ofício que Deus lhe confiou em favor dos homens.

Onde consta este ofício atribuído a Maria?

Que Maria tem o ofício de interceder pelos homens, insinua-o a Sagrada Escritura, ensinam-no os Santos Padres e Doutores, confirma-o a Igreja com a sua prática constante, e deduz-se manifestamente do seu ofício de Corredentora.

Em que sentido a intercessão atual se deduz do ofício de Corredentora?

Esta dedução demonstra-se por duas razões evidentes:

1ª. – Maria foi associada integralmente à obra salvadora de Jesus Cristo; ora, esta obra de salvação compreende não somente o merecimento ou aquisição das graças, mas ainda a sua distribuição ou repartição. Por isso, assim como Jesus Cristo não é só nosso Redentor, mas também nosso Advogado atualmente no Céu, como ensina repetidas vezes São Paulo, do mesmo modo Maria não só é nossa Corredentora, mas também nossa Advogada ou Intercessora diante do Trono da Divina Misericórdia.

2ª. – O ofício de Advogada é efeito ou complemento do ofício de Corredentora, como a repartição das graças é efeito ou complemento da sua aquisição. Como Jesus Cristo completa o seu ofício de Redentor intercedendo para que se apliquem aos homens os frutos da sua Redenção, assim também Maria completa o seu ofício de Corredentora, intercedendo pelos homens para que eles recebam as graças em cuja aquisição ela tão eficazmente cooperou.

Por outras palavras: ainda que distinguimos na obra da salvação humana duas partes ou aspetos, que são a aquisição e a aplicação da graça, contudo na mente e intenção de Deus estas duas partes estão tão intimamente ligadas, que formam um todo inseparável; de sorte que a intervenção na primeira leva consigo naturalmente a participação na segunda.

Diante de quem intercede Maria pelos homens?

A intercessão atual de Maria pode conceber-se de duas maneiras um pouco diferentes, ainda que relacionadas entre si: ou se dirige ao Pai Celestial, associada à intercessão de Jesus Cristo, ou se dirige ao mesmo Jesus Cristo diretamente.

Sendo Jesus Cristo juntamente nosso Mediador e nosso Deus, a intercessão de Maria pode juntar-se à de Jesus Cristo Mediador, ou dirigir-se a Jesus Cristo Deus. De fato os Santos Padres apresentam-nos Maria umas vezes intercedendo com Jesus Cristo nosso Mediador, outras vezes intercedendo diante de Jesus Cristo nosso Deus e Senhor.

De que maneira exerce Maria o seu ofício de Intercessora?

De muitas maneiras, mas a principal e que as inclui todas, é a oração.

Qual é a oração com que Maria intercede pelos homens?

A sua oração é a súplica humilde e submissa duma criatura ao seu Criador; mas ao mesmo tempo tem caracteres e excelências que a distinguem radicalmente da oração de todos os outros santos.

Em que difere a oração de Maria da dos outros Santos?

A oração de Maria difere da dos outros Santos nas seguintes propriedades:

1ª. – é oração de Mãe, ao passo que a dos outros Santos é oração de servos;

2ª. – a santidade e os méritos que dão valor à oração de Maria excedem incomparavelmente a santidade e méritos de todos os outros bem-aventurados, anjos e homens juntos;

3ª. – o ofício de Intercessora, complemento do seu ofício de Corredentora, que Deus lhe confiou, ajunta um valor singular à sua oração;

4ª – Deus, amando Maria mais que todas as criaturas juntas, está sempre disposto a receber favoravelmente as suas petições;

5ª. – Maria conhecendo perfeitissimamente a vontade de Deus e os desígnios amorosos da sua providência, pede-lhe o que é conforme ao seu beneplácito e mais conduz à sua glória: pelo quê Deus acede gostoso às suas petições.

Estas excelências da intercessão de Maria explicam o grande encarecimento com que falam dela os Santos e Doutores. Assim Santo Efrém falando com Maria, diz:

«Tendes por devedor aquele mesmo que disse: Honra teu pai e tua mãe. Por isso toma como ponto de honra condescender com as vossas súplicas, satisfaz os vossos pedidos como se fossem dívida sua» (1).

Com mais ênfase ainda exclama São Pedro Damião:

«Chegais-vos ao altar de ouro da reconciliação humana, não só pedindo, mas mandando: como Senhora, não como escrava» (2).

Evidentemente estes louvores não se devem tomar ao pé da letra, mas exprimem admiravelmente o poder de intercessão de Maria.

São João Damasceno assegura que a «intercessão de Maria jamais é repelida, a sua oração nunca é rejeitada» (3).

Ouçamos a Santo Anselmo:

«O que todos os Anjos e Santos podem convosco, vós só o podeis sem eles. Porquê? Porque sois Mãe do nosso Salvador, Esposa de Deus, Rainha do Céu e da terra. Se vos calais, ninguém se atreverá a orar, ninguém me ajudará. Se orais, todos orarão, todos me ajudarão» (4).

E São Bernardo:

«O Filho ouvirá a Mãe, e o Pai ouvirá o Filho.

Meus filhos, esta é a escada dos pecadores, esta a minha maior confiança, toda a razão da minha esperança. Pois quê? Poderá acaso o Filho repelir sua Mãe ou ser repelido por seu Pai? Nem uma coisa nem outra. Encontrastes, diz o Anjo, graça diante de Deus. Felizmente! Sempre ela encontrará graça. . . Busquemos a graça, e busquemo-la por meio de Maria, pois o que Ela busca encontra-o e não pode ficar lograda» (5).

Santo Alberto Magno ajunta:

«O Filho honra sua Mãe não lhe negando nada» (6). E São Boaventura:

«A Santíssima Virgem, nossa Advogada, não pode deixar de ser ouvida» (7).

Finalmente o Doutor Exímio, P. Francisco Suarez, atreve-se a dizer que «na hipótese absurda de que a Santíssima Virgem pedisse alguma coisa a Deus e se lhe opusesse toda a corte celestial, seria mais poderosa e de maior eficácia e valor para com Deus a oração da Santíssima Virgem que a de todos os outros Santos juntos» (8).

A intercessão de Maria é uma oração expressa e formal ou simplesmente uma insinuação do seu desejo?

Dado o poderoso valimento que Maria tem com Deus e o desejo que Deus tem de comprazer em tudo a Maria, é muito razoável pensar que Maria não tem necessidade de formular uma oração expressa; basta-lhe usar da oração interpretativa, que não é outra coisa senão a simples manifestação da sua vontade, unida à humilde representação dos seus merecimentos.

Esta intercessão atual de Maria é também verdadeira mediação?

Pela intercessão atual Maria intervém entre Deus e os homens para lhes alcançar a graça de Deus: este ato é, pois, uma verdadeira mediação.

É também universal esta mediação de Maria?

Sim, é absolutamente universal a mediação que Maria exerce pela intercessão atual.

Assim o ensinam os Santos Padres e Doutores em muitas passagens já citadas e em outras muitas.

Santo Efrém, por exemplo, falando com Maria diz:

«Por vós, ó única Imaculada, derivou-se, deriva-se e derivar-se-á toda a glória, honra e santidade, desde o primeiro Adão e até ao fim do mundo, para os profetas, apóstolos, justos e humildes de coração» (9).

Quando Maria intercede atualmente, roga por todos os homens e por todas as graças em globo ou por cada homem e por cada graça em particular?

A mediação atual de Maria é universal, não dum modo genérico e indeterminado, mas dum modo particular, concreto e individual. Roga a Deus sem cessar por cada homem em particular, pedindo cada uma das graças que lhe são necessárias ou úteis. A razão é clara: Maria conhece em Deus individualmente todos os homens assim como as suas necessidades e perigos a que estão expostos; o seu Coração maternal impele-a e incita-a a rogar constantemente pelas necessidades de seus filhos.

Assim no-lo ensina o grande Pontífice Leão XIII, eco da tradição dos Santos Padres e Doutores:

«Maria, diz, muito melhor do que nenhuma outra mãe, conhece e vê os socorros de que necessitamos para viver, os perigos públicos e particulares que nos ameaçam, as angústias e males que nos oprimem, e sobretudo a luta encarniçada que havemos de sustentar com os inimigos da salvação.

Nestas e noutras dificuldades da vida, melhor do que ninguém pode ela generosamente e deseja ardentemente proporcionar a seus filhos queridos consolação, força e toda a espécie de auxílios» (10).

Sob que outros aspectos se pode considerar e que outros nomes recebe esta mediação atual e universal de Maria?

Segundo os aspectos sob que se considera a sua mediação atual e universal, assim Maria recebe títulos diferentes. Eis os principais: Advogada dos pecadores, Patrona ou Protetora e Dispensadora de todas as graças.

Por que se chama a Maria Advogada dos pecadores?

Maria é chamaáa Advogada dos pecadores, porque defende a sua causa no tribunal da divina misericórdia. E visto ter recebido de Deus o ofício de advogar a causa dos pecadores, com toda a propriedade se chama Advogada dos pecadores.

Por que é que Maria se chama Patrona ou Padroeira dos cristãos?

Maria é chamada Patrona ou Padroeira ou também Auxiliadora dos cristãos, porque os defende poderosamente de todos os seus inimigos, sobretudo dos demônios, inimigos jurados da sua salvação eterna. E como Maria é ao mesmo tempo Rainha do Céu, cujos vassalos são os Anjos, vale-se do ministério dos Anjos bons para resistir aos assaltos dos anjos maus.

Quando é que Maria exerce mais especialmente o seu ofício de Advogada e Protetora?

Ainda que Maria exerce o ofício de Advogada e Protetora em todos os momentos críticos da nossa vida, é particularmente na hora da morte, quando se decide a nossa sorte eterna, que nos protege contra os ataques do inferno e defende a nossa causa no tribunal da divina clemência. E como este duplo ofício o exerce Maria de um modo particular com os seus mais fiéis devotos, que depositaram em suas mãos benditas a salvação de suas almas, por isso a verdadeira e terna devoção a Maria é justamente considerada como um sinal de predestinação.

Por que é que Maria se chama Dispensadora de todas as graças?

Maria é frequentemente chamada pelos Santos Padres, Doutores e Romanos Pontífices Dispensadora de todas as graças, porque Deus lhe confiou a administração e distribuição de todas elas.

Neste mesmo sentido se diz que Maria é a Tesoureira de Deus ou da graça, ou a Administradora dos bens de Deus, e também que todas as graças concedidas aos homens passam pelas mãos de Maria.

Não se deve entender isto em sentido grosseiro e material, como se a realidade física da graça fosse depositada nas mãos de Maria; esta expressão só significa que Deus pôs, em certo modo, a sua onipotência à disposição da Santíssima Virgem, acomodando-se benignamente à sua vontade em dar aos homens as graças que para eles deseja e pede Maria.

Há alguma conexão entre esta administração da graça e a plenitude de graça que Maria recebeu e comunica aos homens?

Maria recebeu de Deus não só a administração mas também a posse e a plenitude da graça, que ela distribui generosamente aos homens. Eis porque a administração da graça que lhe foi confiada guarda uma estreita relação com a posse plena de que ela goza.

Nisto também participa Maria a seu modo das excelsas prerrogativas de Jesus Cristo. Como Jesus Cristo recebeu do Pai na sua sagrada humanidade a plenitude do Espírito Santo e da graça, e da sua plenitude todos nós recebemos, assim também, com as devidas proporções, Maria mais que nenhuma outra criatura e dum modo eminente e singular recebeu a plenitude do Espírito Santo e da graça de cuja redundância todos os homens receberam. E como esta plenitude foi concedida a Maria não só por motivo da sua divina maternidade e segundo a medida desta mesma maternidade mas também pelo seu ofício de Corredentora e pelos seus próprios merecimentos, daí vem que a plenitude da graça é, por assim dizer, possessão e propriedade de Maria, sobre a qual ela tem direito como Mãe e Corredentora, suposta sempre, é claro, a livre condescendência e generosidade de Deus.

Por conseguinte, ao administrar a graça, que é para ela como um bem próprio, uma possessão pessoal, Maria faz participantes todos os homens da imensa e superabundante plenitude de graça que recebeu.

Que ensinam os Santos Padre e Romanos Pontífices sobre esta plenitude de graça de Maria?

Poucas coisas encarecem tanto os Santos Padres e Romanos Pontífices ao falar de Maria, como a imensa plenitude de graça da qual recebem todos os homens.

Santo Efrém diz de Maria que «só Ela, e toda Ela, é como que o domicílio de todas as graças do Espírito Santo» (11), «receptá­culo de toda a santidade e graça» (12) e «plenitude das graças da Santíssima Trindade» (13).

São Bernardo escreve engenhosamente falando com Maria: «Encontrastes graça diante de Deus. Quanta graça? Graça cheia, graça singular. Singular ou geral? Uma e outra sem dúvida. Singulàr, porque só Vós encontrastes essa plenitude; geral, porque todos recebem dessa plenitude» (14).

E, não contente com repetir frequentemente esta verdade, o Doutor Melífluo consagra-lhe um sermão inteiro sobre a Natividade de Maria, intitulado por isso o sermão do Aqueduto (15).

Mais encarecidamente, se é possível, enaltece Santo Alberto Magno esta plenitude de graça que para si e para todos os homens recebeu Maria:

«Os outros santos, diz, receberam a graça criada particularmente, mas Maria recebeu a graça criada universalmente, e a graça incriada singularmente» (16).

E noutro lugar ajunta: «É anunciada à Santíssima Virgem tal plenitude de graça, que se tornou por isso a fonte e o canal de transmissão de toda a graça a todo o gênero humano» (17). E conclui noutro lugar: «Pelo que está dito se vê claramente como a Santíssima Virgem foi cheia de toda a graça, de toda a plenitude, e isto de todos os modos» (18).

O mesmo ensina São Tomás:

«A Santíssima Virgem foi cheia de graça também quanto à sua derivação ou trasbordamento sobre todos os homens.

Grande coisa é participar tanto da graça, que chegue para a salvação de muitos; mas o cúmulo seria se essa medida chegasse para a salvação de todos os homens: E eis o que se verifica em Jesus Cristo e na Santíssima Virgem» (19).

São Boaventura emprega frequentemente expressões como estas:

«A plenitude de Maria redundou sobre toda a Igreja» (20). «Foi cheia de graça que redunda em proveito da salvação dos homens, de modo que ninguém há que esteja fora da influência do seu calor» (21).

Fechemos a série destes testemunhos com as palavras de Leão XIII:

«Saudamos a Maria cheia de graça abundantemente derramada sobre todos os homens» (22).

Declaram os Santos com algumas imagens a mediação atual de Maria?

Sim, os Santos Padres e Doutores explicam a mediação atual de Maria com imagens expressivas e variadas: eis as mais ordinárias:

Porta do Céu, pela qual todo o bem veio do Céu à terra, e pela qual os homens hão de entrar na glória;

Chave do Reino Celestial que nos abre as suas portas;

Ponte que nos leva ao Céu;

Escada mística de Jacob, pela qual desceu Deus à terra e sobem os homens da terra ao Céu;

Navio celestial, que traz à terra as riquezas do Céu;

Fonte selada do Espírito Santo, fonte de graça, de misericórdia e de imortalidade, cujas correntes puríssimas regam toda a terra;

Mar inesgotável das divinas misericórdias;

Rio do Paraíso, que rega o jardim da Igreja;

Canal ou Aqueduto por onde se comunica aos homens a graça de Deus;

Muro de defesa, que protege a Cidade de Deus;

Porto seguro dos que naufragam no mar deste mundo;

Asilo dos culpados, que fogem das vinganças divinas;

Arca de Salvação, figurada na arca de Noé;

Arca da Nova Aliança;

Arca de propiciação;

Árvore da vida cujos frutos geram a imortalidade;

Estrela da manhã, que anuncia o dia da graça;

Estrela do mar, que nos guia nas tempestades da vida para o porto da glória;

Trono da divina clemência;

Mesa cheia de manjares celestiais, à qual Deus convida todos os homens;

Tálamo dos místicos desposórios que Deus celebra com a Igreja.

Com estas e outras semelhantes metá­foras expressam os Santos Padres e Doutores a consoladora verdade da mediação universal de Maria. E alguns deles escreveram livros inteiros para recolher e explicar piedosamente estes títulos gloriosos da Medianeira Universal de toda a graça.

Maria Medianeira de Todas as Graças, pelo Padre José M. Bover, S. J. Tradução de Manuel Batista, S. J., 1957.

(1) Ephr. Ass. gr. 3, 531.
(2) Petr. Dam. M. L. 144, 740.
(3) Damasc. M. G . 96, 647.
(4) Anselm. M. L. 158, 944.
(5) Bern. M. L. 183, 441-442.
(6) Alb. M. Mariale, q. 185.
(7) Bon. De Annunt. serm. 4. Ed. Quaracchi, 9, 673.
(8) Suar. De Myst. vlt. Chr. disp. 23 sect. 2 n. 5.
(9) Ephr. Ass. gr. 3 , 532
(10) Leão XIII, «Magnae Dei Matris», 8 Sept. 1 892.
(11) Ephr. Ass. gr. 3, 524.
(12) Ephr. Ass. gr. 3, 551.
(13) Ephr. Ass. gr. 3, 529.
(14) Bern. M. L. 183, 396.
(15) Bern. M. L. 183, 437-448.
(16) Alb. M. Marial. q. 154.
(17) Alb. M. Marial. q. 33, § 2.
(18) Alb. M. Maria!. q. 164.
(19) Thom. Opusc, 6.
(20) Bon. De Purif. B. M. V. serm.
(21) Boa. De Annunt. serm. 5 Ed. Quaracchi, 9, 679.
(22) Leão XII, «Iucunda semper», 8 Sept. 1894.

Última atualização do artigo em 12 de setembro de 2026 por Arsenal Católico